quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Repente, de repente
Você pode tocar minhas palavras?
Pode ler o que sinto?
Tente rir dos meu versos,
Escrever é o instinto.
São emaranhados de frases,
Mas só foi escrito,
Por que não me permitem,
Não me permitem dar um grito.
Mas tão repente,
Surge em meus olhos profundo brilho,
Não me deixe enlouquecer,
Ou culpado vai ser,
Por me negligenciar.
As palavras continuam
Sussurrando-me ao ouvido,
É tudo loucura,
Loucura que desejava ter vivido.
Se continuar dando me ouvidos,
Enlouquecida serei,
Pois o que não sai de meus lábios,
Fica emperrado em meus cadernos.
Camila Oliveira
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Dedicatória
Às flores que por mim pisadas,
Ao sonho de ser quem sou,
À lágrima por mim deixada,
Que me serviu de inspiração,
Para escrever tudo com amor,
Com paixão.
Ao sonho de ser quem sou,
À lágrima por mim deixada,
Que me serviu de inspiração,
Para escrever tudo com amor,
Com paixão.
C. Oliveira
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